

METODOLOGIA
A crítica deste projeto se apresenta de forma artística, para tal, primeiro explicou-se a filosofia abordada na dramaturgia, pela ousadia de traduzir um conceito de vida de forma plática. Para a criação das personagens foi desenvolvidas oficinas e cursos para melhor observação dos impulsos repetitivos dos seres humanos ( Cacuetes, tiques, movimentos frenéticos...). A preparação corporal foi fator determinante para a qualidade técnica. A música foi outra forma de composição das personagens, pois alguns movimentos foram utilizados na partitura corporal dos atores durante o espetáculo. Cursos, palestras e exercícios para o elenco foram atributos necessários, assim como, filmes e livros para melhor embasamento teórico.
A crítica deste projeto se apresenta de forma artística, para tal, primeiro explicou-se a filosofia abordada na dramaturgia, pela ousadia de traduzir um conceito de vida de forma plática. Para a criação das personagens foi desenvolvidas oficinas e cursos para melhor observação dos impulsos repetitivos dos seres humanos ( Cacuetes, tiques, movimentos frenéticos...). A preparação corporal foi fator determinante para a qualidade técnica. A música foi outra forma de composição das personagens, pois alguns movimentos foram utilizados na partitura corporal dos atores durante o espetáculo. Cursos, palestras e exercícios para o elenco foram atributos necessários, assim como, filmes e livros para melhor embasamento teórico.


Depois, a dramaturgia entrou em cena, a ordem das ações foram conduzidas de forma repetitiva e cíclica como fator determinante da dor plena. A representação do texto tem ordem de importância igualitária em relação ás imagens. Forma e conteúdo com o mesmo privilégio. Logo, foi atribuída técnicas teatrais para se chegar a tal concretização. Duas técnicas: Uma revela o teatro de forma dolorida e puramente cruel, outra revela um teatro que provoca a ansiedade sob universo inexplicável, repetitivo e sem noção. A crueldade e o absurdo juntos. Em comum: a metáfora poética modo de projetar seus estgios mais íntimos estados. Imagens que assumem a qualidade fantástica, um teatro anti-realista; dispensa a imitação da fala coloquial e dos ambientes familiares no palco; fala em estilo poético ou declamatório. É um teatro revolucionário e, ao mesmo tempo, fantástico.
Em curta análise, breves conceitos a respeito de ambas técnicas:
Teatro da Crueldade - É a estética ou o conjunto de princípios de dramaturgia formulado pelo poeta, ator e encenador Antonin Artaud, e mais desenvolvidos em seus ensaios teóricos (A evolução do cenário, O teatro de Alfred Jarry, O teatro e seu duplo, O teatro e a peste) do que na prática teatral. Para Artaud, caberia ao teatro uma função igualmente revolucionária, mas em sentido mais psicológico ou subjetivo, pois destinado à liberação dos sentidos, de forças psíquicas adormecidas e continuamente subjugadas do espírito - angústias, medos, frustrações, sonhos, desejos reprimidos e perturbações da alma. As emoções ou "os recessos do coração" contidos no enredo deveriam sobrepujar o lado reflexivo ou racional que ali se pudesse encontrar. Após tomar conhecimento da forma coreográfica balinesa, que assistira em Paris, Artaud radicalizou (estranhamente para um poeta) seu desapreço ao texto dramático, tachando-o de armadilha para um teatro "puro", de predominância gestual e corporal. Palavras no palco eram incapazes de exprimir a vida interior das sensibilidades, sua maior preocupação.


Teatro do Absurdo - Caracterizado como existencialista, refere-se a tendência na literatura dramática que emerge em París dos princípios dos anos cinquenta, em especial, as obras de Arthur Adamov, Fernando Arrabal, Samuel Beckett, Jean Genet, Eugene Ionesco, Alfred Jarry, Tom Stoppard, Arthur Adamov, Harold Pinter, Slawomir Mrozek. e Jean Tardieu. Caracteriza-se por tramas que parecem carecer de significado, diálogos repetitivos e falta de sequencia dramática criando uma atmósfera onírica.Expressa uma generalizada ansiedade sobre a aproximação da morte. Acontecimentos tão traumáticos são revividos e lembrados a toda hora, fator gerador de desconfortos. O tempo é um artifício muito atribuído as peças absurdas e retratadas nesta de maneira potencializada.

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